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Porque palavras não se falam... se Vomitam

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Poucas Palavras #3 – O que há de novo?


Enquanto desfrutamos nossa ceia, ainda haverá pessoas morrendo de fome. No momento que muitos se entorpecem com champagne, outros agonizam de cede. A única coisa que vai mudar são as paginas do calendário. O mundo será bem melhor, quando as pessoas pararem de dar valor para os números e pensarem mais nos momentos. Pois cada minuto é único, e a vida é muito complexa pra ser dividida em capítulos.

Então hoje, amanhã, em cada segundo da sua vida. Muita saúde, paz e sucesso.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Muitas Pessoas, Poucas Pessoas

Cleber Artner – Diálogo Aberto #2

Bem, como gostaram do primeiro diálogo aberto, resolvi voltar com essa forma limpa e direta de conversar com as palavras, aliás, eu estou precisando disso um pouco.

Estou há um tempo sem passar por aqui, mas não significa que eu não escrevo mais, escrevi três textos, um sobre Aumento do salário dos parlamentares, um sobre a guerra no Rio e outro sobre algumas coisas sem sentido. Mas não postei, ah, e nem adianta vir no msn depois querer que eu mande, eu apaguei, e não me perguntem o porquê.

Ando em uma fase estranha (pra variar), passei por uma turbulência, eu estava tomando rumos de normalização, ou seja, perder essa minha personalidade que sempre achei que me machucaria no fim, mas acabei descobrindo que ser mais normal e menos complicado é uma merda. Comecei sorrir de mais sem que as pessoas merecessem meu sorriso, comecei conversar de mais, acabei criando uma necessidade de atenção que eu não tinha uma necessidade ao ponto de falar qualquer coisa com qualquer um só pra não ficar sozinho.

Acredito que esse foi meu maior mal, muitas pessoas começaram a se aproximar, não falo de você com quem eu converso porque gosto, mas de você que nunca me viu, falava mal por trás, e agora vem me cumprimentar com um abraço. Eu ainda não entendo como deixei isso começar a acontecer... Mas para por aqui!

Estou me recuperando, ontem passei um bom tempo vendo as estrelas como sempre gostei, comecei a ler um livro do Renato Russo, voltei a ouvir mais punk Rock, e a minha ironia começou a atingir as pessoas que eu não gosto novamente. Digo que essa fase meio neutra durou poucos dias, bem poucos, mas já me fez vir aqui falar sobre ela, bem, se você não gosta de mim, não se aproxime, ou vou voltar a mandar tomar no cu, e foda-se o que disserem.

Ah, outra coisa que eu preciso contar... Agora sou um monstro! Sabiam? É, andam falando por aí que eu como criancinhas no café da manhã, mato idosas, pico em pedacinhos e enterro no quintal e roubo doce da mão de meninos no parquinho. É, pra quem sabe dessas histórias que estão falando, é importante deixar claro que pra mim acreditem no que quiserem. Aliás, tem que ser muito otário pra acreditar em histórias de bêbados filhos da puta, que dão beijinho no rosto das garotas e depois as chama de vadia por trás (sei do que estou falando), e ainda querem vir inventar história... Ah, vai se ferrar.

Como diria meu amigo Leonardo Zibetti, “está falando? Quero ver provar!”.

Mas sabe o bom de tudo isso? Acho que nunca estive tão bem, no sentido de estar certo das coisas. Nunca estive tão convicto da minha forma de viver como neste momento, passando a fase de neutralidade, estar próximo de amigos de verdade, não ser deixado pra trás, e analisar tudo da forma como eu sempre gostei e como sempre me fascinou, acho que Liberdade Incondicional é uma expressão pertinente para isso, pode parecer contraditório. Mas nunca consegui ter tanta liberdade pra ser como eu gosto de ser, porque agora as pessoas atacam abertamente, e quem está do meu lado, está de verdade.

O texto ficou meio contraditório para quem não consegue interpretar com complexidade, mas tudo bem, é um diálogo aberto, e é pra mim, alguém lendo ou não, conversei comigo mesmo.

Ah, e um beijo para quem sempre está comentando nossos textos!

;*

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Tirinha Pra Gente Grande #11

Estava eu, conversando com meu amigo de blog Leonardo, trocando ideias sobre a internet e as redes socias, como era no nosso tempo, como ficamos totalmente dependentes desses meios para tudo, e como essa porra toda facilitou MUITO nossa vida em vários aspectos! então achei essa tira e lembrei na hora do que o Leo me disse: "Quem não esta ligado a nenhuma rede social, não existe"...
Engraçado, porém verdadeiro...


como seria seu ciclo de amizades sem orkut, MSN, twitter e etc?
a tirinha veio da gringa
beijos :*

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Desejos.


Acredito que somos vitimas dos nossos próprios desejos.

Pois a ambição que nos cega, que dispara palavras afiadas e derramas lagrimam inocentes.

Quando você pensa que está acima da verdade.

E que seus objetivos justificam seus erros.

Então fica entorpecido com sua própria vontade.

Preso em seu mundo, e refém de seus pensamentos.

São os mesmos desejos, que lhe atiram em um abismo infinito.

Onde o remorso lhe arranca pequenos pedaços.

E as lembranças o levam a loucura.

A única vontade que lhe resta, é de voltar no tempo.

Tentar recuperar os pedaços, concertar o que seu próprio prazer destruiu.

Leva a uma batalha épica, contra seu próprio Orgulho.

Onde na condição de humano, está quase sempre fadado ao fracasso.

O ato divino de se arrepender, está morrendo no coração dos humanos.

Nesta fria época, é muito mais fácil viver com o remorso.

E se desculpar se tornou humilhante.

Então continua submerso em seus prazeres.

Esperando que o tempo soterre seus erros.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Isso Também Passa...


Chico Xavier costumava ter em cima de sua cama uma placa escrita "Isso também passa".
Certa vez questionado sobre o por que, -porque, por quê ou porquê?- ele disse que era para se lembrar que quando estivesse passando por momentos difíceis que aquilo tudo passaria... Mas acima de tudo era pra lembra-lo de não se deixar levar pelos momentos felizes, pois aquilo também passaria...
Qual seria a diferença entre os momentos felizes e triste? são momentos, e como tudo na vida... adivinhem! passa...
O problema não está nos momentos tristes, o problema está nas pessoas acreditarem que terão uma recompensa depois de passarem por momentos ''desagradáveis'', o que as torna mais conformadas, estáticas para o mundo la fora. Não sei... talvez isso as confortem e as impeçam de cometer suicídio. Amigos, a vida não é assim! A vida simplesmente acontece! Um conglomerado de escolhas e ações aleatórias que definem os momentos que você está passando agora, e se você está passando por momentos difíceis, foi por suas próprias escolhas! Nada de castigo divino, nada de teste, apenas suas escolhas desencadeando a Teoria do Caos e fazendo sua vida seguir em frente... você gostando, ou não. Então tire esses joelhos do chão, rezar não vai funcionar, só vai te fazer mais conformado e estático ainda com a sua vidinha, até a hora que você perceba que a vida passou por você enquanto você estava esperando a sua "felicidade eterna" chegar.
Acreditamos tão fielmente em histórias de amor e compaixão que esquecemos que pessoas matam umas as outras por pura ambição e egoísmo... esquecemos que amanhã pode ser a gente a sete palmos do chão... não importa se você é rico, pobre, se reza todo dia, se cultua o diabo, se acredita em elfos... não importa se você está esperando os seus dias de glória, a vida não respeita nada... ela simplesmente passa por cima de você. Então pare de reclamar que sua vida é uma merda se você não faz nada pra que ela não seja uma merda... Levante-se e deixe os bons momentos acontecerem, escreva sua própria história! e se você cair -e você vai- faça tudo de novo...

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Poucas palavras #2


"Tenho nojo deste teatro de merda. Onde um coração partido é motivo de orgulho, nesta época de pessoas falsas que fazem da tristeza uma forma de se promover. É muito fácil mostrar seu coração partido, agora pare e comece a lembrar dos corações que você partiu. Faz-me lembrar do tempo em que isso era motivo pra suicídio, e não uma forma de aparecer na internet. Então calem a boca e tirem suas mascaras".

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Não Era Pra Ser...


Nunca é o suficiente dizer que sinto muito. Nunca é o suficiente dizer que eu me importo.
Mas eu estou preso entre o que você queria de mim; e sabendo que se eu der isso a você eu posso simplesmente desaparecer.
Ninguém ganha quando todos estão perdendo!
É como um passo à frente e dois passos para trás, não importa o que eu faça você sempre está brava, e eu... eu não posso mudar sua opinião.... É como dar meia-volta numa rua de sentido único.
Eu não posso dar o que você quer e isso está me matando... E eu, eu estou começando a ver...
Talvez nós não éramos para ser!
Nunca é o suficiente dizer que eu te amo. Não, nunca é o suficiente dizer que eu tento.
É difícil de acreditar que não há saída para você e para mim e isso parece ser a história de nossas vidas...
Ninguém ganha quando todos estão perdendo!
Ainda há tempo para virar o jogo.
Você poderia construir em vez de trazer tudo abaixo... Mas eu continuo pensando, talvez seja tarde demais.
E eu... querida eu estou triste de ver... Talvez nós não éramos para ser!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Só mais uma etapa...


Acredito que seja um momento pertinente, afinal, muitos de vocês estão passando por isso, eu mesmo já passei, e sei bem como foi. Tudo bem, admito que eu não sou um modelo a ser muito considerado, mas enfim...

Chegando o fim de ano, e muitos aqui estão terminando as aulas, muitos na terceira série, ou seja, no fim da escola como vocês a conhecem. Começam a pensar nos seus amigos que viam todos os dias, na rotina de acordar cedo, na escola onde adoravam brigar com os professores, seus grupos de trabalho definidos, ou no recreio onde ficavam “fazendo um social” com o sexo oposto, em todo aquele mundo que passaram anos vivenciando e que está na beira de um colapso, mas e agora?

Bem, como o Cleber não poderia deixar de ser sincero e acabar com alguns de vocês, experiência própria, e visão de mundo me fazem contar uma coisa. Se você acha que não vai ser tão estranho assim, as coisas vão se acertar facilmente, que vai ser bom sair da escola e não precisar estudar todo dia, que não vai mudar muito, você ainda vai ter seus amigos e tal, desculpa... Mas não é assim.

Sabe, vou me usar como cobaia explicativa. Faz dois anos que eu saí do ensino médio, em dois anos, alguns amigos eu ainda vejo com certa frequência, mas outros, talvez os que estiveram mais tempo comigo, eu vi duas ou três vezes, os mais próximos, então você vem e me diz: “aaah, então vocês não eram amigos de verdade, isso não acontece com amigos, blá, blá, blá”.

E eu digo: “Vai se ferrar!”.

É meio difícil entender e aceitar as coisas como são. Sei por que não acreditava também, mas, como diria John Lennon, “vamos encarar a realidade”, a vida muda meus caros, e não tem como fugir, muita coisa vai embora, e você terá que conviver com isso, fará novas amizades, sentirá falta no começo, no momento em que alguém estiver indo embora o sentimento não vai ser tão fácil, se você for morar longe, vai ser pior ainda. Mas adivinha! Tem mais gente por aí, só esperando pra te conhecer, e quando você daqui a um ano, ou dois, ou dez encontrar novamente um dos seus amigos, vão ter alguma história pra contar, mas pouca afinidade pra dividir.

Não sou eu quem está falando, é a vida, é como se fossemos células soltas no universo, não temos raízes entrelaçadas com outras, se você tiver, acredite, vai te fazer muito mal. Sei que é um momento conturbado, decisões e tal, e eu nem quero falar sobre isso, quero mesmo falar sobre essa mudança na rotina de amizades, só vim dizer uma coisa bem sincera...

Essa falação toda é pra dizer que vai mudar. E sinceramente, a cabeça de vocês está ferrada.

É. Boa sorte, não trarei respostas, até porque hoje eu nem quero, e são respostas que vocês precisam encontrar sozinhos.

Mas fiquem tranquilos, ninguém vai morrer... Eu acho. Se precisarem de algo, sintam-se a vontade pra falar comigo, ou com o mundo, falar e mergulhar em si faz muito bem nessas épocas.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Como se Transformam Homens em Idiotas #3


Sabe, eu queria poder dizer que te odeio... mas a verdade é que eu meço minhas palavras até quando estou tentando te ferir; não ferir por maldade, talvez seja instinto, talvez seja meu coração tentando me fazer te dizer adeus, quase como um mecanismo de autodefesa de um animal tentando avisar que eu vou me machucar se continuar... talvez eu devesse ter o ouvido antes, ou talvez simplesmente ignorado... talvez eu devesse parar de falar agora e simplesmente virar as costas e sair... dizer adeus mesmo sem querer dizer... mas agora já não é mais questão de querer ou não, isso já não faz mais diferença, pois mesmo que eu diga “eu te amo” não vai ser a mesma coisa.
Talvez eu tenha amadurecido, ou simplesmente jogado meus sentimentos pela janela... parece que é esse o caminho por onde todo mundo segue, amargando seus corações até que um dia ele pare de doer, até que um dia ele pare de chorar, até que um dia ele pare de amar. Assim quem sabe eu possa ser mais um idiota no meio de tantos outros idiotas.
Sinceramente, espero que meu coração aguente... mesmo sentindo que ele está mudado, que ele ja não é mais como naquelas tardes onde a gente simplesmente olhava o sol passar pelas frestas da persiana do quarto enquanto fazíamos planos de como iríamos criar nossos filhos. Um sorriso de canto de boca acaba de escapar por meus lábios entreabertos... era realmente bom estar com você.
Eu podia simplesmente pedir desculpas e fingir que está tudo bem, como já fiz tantas outras vezes sem mesmo estar errado, só pra continuar te chamando de ‘minha’. Era difícil admitir meus erros, erros que não existiam, mas eu o fazia apenas pra te ver feliz... sem me importam com a minha própria felicidade, estar ao seu lado era o que bastava... e eu acreditava que fazendo isso eu tardaria o fim. Eu sei que muitas vezes eu realmente estava errado, mas você podia ao menos confiar em mim, como eu confiei em cada palavra que você disse... e em cada “eu te amo” que saiu da sua boca... e como a confiança é a base de tudo, bem... é melhor cada um seguir seu próprio caminho; Acho que perdi meu coração em algum lugar entre nossas brigas e a sua incapacidade de confiar em mim, então não quero que você se machuque... agora eu sou só mais um cara comum.

Você pode encarar isso como uma carta de adeus, mais não um adeus pra você, um adeus ao meu velho eu... aquele que ainda tinha a capacidade de amar.

Você sabe como se transformam homens em idiotas? Bem, agora eu tenho mais certeza do que nunca....


Como se Transformam Homens em Idiotas #1

Como se Transformam Homens em Idiotas #2

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sábado, 4 de dezembro de 2010

E elas são tão populares!

Hey, olha!
Lá vem ela,
Cintura fininha
Bundinha empinada
Decote ousado
Aparecendo o Sutiã de bojo
Sutiã Oncinha
E vestido branco
Curtinho
Pernas semi-bronzeadas
E com suas amigas
Elas são tão populares!
Vestidos tamanho padrão
Micro
Bolsa pequena
Cabelos lisos... Ou alisados
Só mudam as cores
Pra não andar igual
E os decotes...
Olha! O da garota ao lado é maior
E elas são tão populares!
Quanto garoto indo dar beijinho no rosto
E dançam a música
Agora é funk
E continuam dançando
Patricinhas?
Mas são tão Populares!
São muitas!
Não é só um grupo
Olha! Tem mais
Quase todas
E aquela sentada na mesa
Calcinha vermelha
Nem ao menos cruzar as pernas
Olha, aquela com um cara
E ele é um filho da Puta
Todos sabem
Mas é tão popular
Mão por dentro do vestido?
Mas é uma festa
Tem tanta gente
Tanta gente popular
E aquela garota!
Sendo carregada
Desmaiada
Carregada
E a parte de trás do vestido levantada até as costas
Olha o garoto carregando
É outro filho da puta
Olha Tem mais!
Garotas ficando bêbadas
Mas elas são tão populares
Nove em dez estão assim
E está piorando
A noite tomando rumo
Eu e meu Martini observando
E o garoto!
Beijou a outra a força
Levou um tapa
E foi pra outra
E ele é tão popular
E essas garotas
Consideradas tops?
Todas se achando
Olhando bem...
Tem enchimento
E a música piora
Preciso tirar esse terno
Vai ficar fedendo cigarro
Na porta
A garota vomita
E o namorado
Passando a mão na perna
Por baixo do vestido
Merda
Estou com pensamentos escrotos
Mas não sou eu
São meus olhos
E só são sinceros
Elas estão aprendendo muito cedo
E parecer puta é tão na moda
Média de idade
15
Mas elas são tão populares....

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